Whoosh chega
a Lisboa
19 de julho, 2022
Para facilitar a mobilidade nos centros urbanos, a cidade de Lisboa acaba de receber cerca de 2.000 e-scooters da Whoosh, o serviço de kick sharing com estacionamento virtual em toda a cidade. As novidades são várias: as Whoosh só poderão ser deixadas no estacionamento virtual estipulado na aplicação e, tecnicamente, o serviço limita a velocidade de todos os equipamentos, para além de controlar a forma como as mesmas são deixadas nas ruas da cidade.
As Whoosh, scooters de serviço kick sharing, já estão à disposição, como meio de transporte, dos residentes lisboetas e não só. O objetivo deste novo serviço é desenvolver um modelo de transporte assente em e-scooters: uma ampla rede de parques de estacionamento virtuais por toda cidade, onde será possível começar e terminar uma deslocação; complementar a infraestrutura de transportes existente; e, permitir a mobilidade dos cidadãos, mesmo durante as horas de ponta. Os parques de estacionamento estarão localizados a curta distância uns dos outros e cobrem, desde Alfragide e Parque das Nações, por exemplo, até ao centro da cidade, seja Arroios ou Príncipe Real. A velocidade, em todos os equipamentos, é limitada a 25 km/h e, antes de uma primeira deslocação, será solicitado a cada utilizador que assista, através de uma aplicação, a uma mini formação sobre as regras de condução, onde serão explicadas as melhores práticas de utilização de uma e-scooter em ambiente urbano.

A taxa de desbloqueio é de 0,50 euros e o custo da viagem 0.15 euros por minuto, sendo que este poderá variar de acordo com o algoritmo dinâmico de preços - dependendo da procura, do número de scooters disponíveis, do seu nível de bateria, entre outros parâmetros. Para aqueles que usam regularmente scooters, a subscrição do Whoosh Pass é uma mais-valia, pois não paga a taxa de desbloqueio, com uma subscrição semanal cujo valor é de 1,49€, enquanto a subscrição mensal é de 3,99€. Os novos utilizadores poderão experimentar gratuitamente o formato de subscrição entre sete e trinta dias. Estes poderão ainda usufruir de um desconto, ao utilizarem o código promocional LETSRIDE, sendo que o mesmo deverá ser ativado antes do início da viagem.
A Whoosh preocupa-se com o estacionamento organizado e tem como principal missão criar condições para que as scooters não interfiram com os peões e/ou outros utilizadores. Por isso mesmo, a viagem só estará completa se o utilizador chegar a pontos específicos, como os parques de estacionamento virtuais marcados na aplicação com o sinal "P" – estes estão localizados de forma que as scooters não interfiram com o movimento de peões e carros.

A marca conta com uma equipa operacional muito experiente, que irá assegurar que as suas scooters estejam sempre com bateria no seu máximo, em boas condições e localizadas em locais específicos: é responsabilidade dos membros da equipa alinharem e distribuírem as scooters de forma uniforme, para que estejam sempre disponíveis e na quantidade certa. Serão introduzidas zonas proibidas para as viagens em locais como não destinados a e-scooters, ou seja, não será possível andar de trotinete na Rua Augusta, por exemplo.



Foram, ainda, estabelecidos, limites técnicos em todas as suas scooters: 25km/h é o máximo de aceleração; quando entram em zonas pedestres ou com muita afluência, como a Placa Central do Marquês de Pombal, Praça dos Restauradores ou Jardim da Estrela, a velocidade será automaticamente reduzida para 20 km/h. E, ao entrar em zonas proibidas, o dispositivo emitirá um sinal sonoro e a mesma irá parar. Todas as zonas estão marcadas na aplicação.

De referir que a Whoosh aposta e promove a micromobilidade, através da utilização de e-scooters. Como tal, lançou uma escola de condução online: na aplicação e no site, qualquer pessoa pode aprender de forma gratuita as regras de uma condução segura. Depois de uma breve formação, deverá passar no teste, para então ser oferecido um desconto a todos aqueles que se dispuseram a passar por este processo. A empresa investe os seus recursos e atenção no streamlining do tráfego e esforça-se por transmitir, aos cidadãos, a importância de serem seguidas as regras de um comportamento ético e preventivo no que à condução de e-scooters diz respeito.

É cada vez mais notório, ao dia de hoje, que muitas pessoas escolhem as e-scooters como forma de deslocação para tratar de assuntos do dia-a-dia. São milhões de pessoas que as utilizam diariamente, como meio de transporte. A partir de hoje, as e-scooters Whoosh passam a estar disponíveis para os residentes de Lisboa, com o mote de criar uma cultura de condução/utilização de e-scooters e harmonizar a sua presença nas ruas da cidade.

As scooters são um novo tipo de transporte urbano que veio para ficar. Tendo Lisboa estabelecido objetivos para a redução de emissões de gases com efeito de estufa, implementação de energias renováveis e aumento da eficiência energética, bem como todas as medidas necessárias que foram definidas para descarbonizar a sociedade na próxima década, faz todo o sentido apostar cada vez mais neste tipo de meio de transporte. Em Lisboa, a utilização deste transporte deverá ser estimulada de forma a tornar-se um meio regular de deslocação. Para que tal seja possível, é crucial que o utilizador tenha sempre, em qualquer lugar, uma scooter limpa, carregada e operacional – é por isso que temos uma equipa no terreno altamente especializada e experiente. Lisboa é uma cidade bonita, com uma história rica e um grande futuro. Estamos felizes por crescermos em conjunto e ajudar a que se torne ainda mais atraente e confortável, não só para residentes, como para turistas.
Lauri Truve, proprietário da WSH Mobility
Cada e-scooter está equipada com o seu próprio módulo Whoosh IoT (Internet of Things), o que permite controlar totalmente o estado e as condições do veículo – como monitorizar a sua localização, o seu nível de carga, a viagem em tempo real, receber informações sobre a qualidade da estrada, bloquear em caso de roubo ou não permitir o aluguer quando avariado. Os dados recebidos dos equipamentos irão permitir a criação de relatórios analíticos sobre micromobilidade, que podem ser de informação muito útil para as entidades urbanas responsáveis pelo planeamento e desenvolvimento de políticas ambientais da cidade.
Estou muito feliz e orgulhoso que a abordagem da Whoosh, para manter a ordem nas ruas da nossa cidade maravilhosa, esteja de acordo com os objetivos estratégicos do município de Lisboa - as scooters devem ser um transporte amigável e conveniente e não devem ser um incomodo para os peões. A nossa empresa aposta em soluções inteligentes baseadas em dados e tecnologia para o desenvolvimento de e-scooters enquanto parte do ecossistema da cidade. Não duvido que a nossa abordagem de estacionamento, por exemplo, vai ajudar a sanar 'a dor de cabeça' que atormenta a cidade há anos.
Marco Rebelo, City Manager da Whoosh para Lisboa
No caso de ser necessária assistência, o utilizador pode contactar o apoio. Funciona 24/7, em português e em inglês, e o índice de rapidez de resposta é um dos mais elevados do mercado: o utilizador recebe apoio de um operador (não de um bot) em apenas alguns minutos, o que é fundamental para qualquer residente numa metrópole, habituado a um serviço rápido e de alta qualidade. A frota Whoosh é uma das mais jovens da indústria e traduz-se em modernos modelos de scooters concebidas especificamente para kick sharing. A partir de hoje, cerca 2,000 scooters Whoosh operam em Lisboa.

Com o lançamento do serviço, serão criados postos de trabalho em Portugal, principalmente em áreas de gestão e engenharia, bem como condições para parcerias locais, sejam estas permanentes ou sazonais, incluindo pequenas empresas e trabalhadores por conta própria – para a manutenção da frota Whoosh em Lisboa, cerca de 100 pessoas podem, por exemplo, estar envolvidas ao longo de determinado período
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